Growth hacking para PMEs não consiste em procurar truques virais ou crescer a qualquer preço. É uma forma de trabalhar baseada na detecção do principal freio ao crescimento, na formulação de uma hipótese, na execução de um experimento controlado e na decisão com dados se deve ser mantido, modificado ou descartado.
Aplicado a um serviço ou empresa B2B em Madrid, pode significar algo tão específico como melhorar uma campanha de Google Ads, criar uma página específica para um serviço, medir chamadas e formulários, reduzir o tempo de resposta comercial ou automatizar o monitoramento de oportunidades que hoje se perdem.
Resposta rápida: Growth hacking é um processo de experimentação rápida e mensurável ao longo da jornada do cliente. Seu objetivo não é apenas obter mais tráfego, mas encontrar ações repetíveis que gerem oportunidades, clientes e receitas lucrativas.
Neste guia explicamos o que realmente significa, como difere do growth marketing, quais experimentos uma PME pode aplicar e como organizar um plano de 90 dias sem transformar o marketing em uma sucessão de ocorrências.
Índice
- O que é growth hacking
- Por que faz sentido para as PMEs em Madri
- Growth hacking, marketing de crescimento e marketing digital
- Como funciona um processo de crescimento
- Exemplos para PMEs de serviços e B2B
- Plano de crescimento de 90 dias
- Quais métricas devem ser medidas
- Quanto custa para aplicá-lo
- Erros frequentes
- Como escolher uma agência em Madrid
- Perguntas frequentes
O que é growth hacking
O termo growth hacking é usado para descrever um processo de experimentação rápida em marketing, produto, vendas e experiência do cliente com o objetivo de acelerar o crescimento. A ideia central não é utilizar uma ferramenta específica, mas aprender rapidamente quais alavancas produzem resultado de negócio e quais apenas consomem recursos.
Um processo sério de crescimento combina cinco elementos:
- Um objetivo comercial específico. Por exemplo, aumentar solicitações de orçamento válidas, não apenas visitas.
- Medição confiável. Formulários, ligações, reuniões, propostas e vendas devem ser rastreáveis até sua origem.
- Hipótese. Cada ação deve explicar o que se espera que melhore, para quem e por quê.
- Experiências limitadas. Uma variável relevante é alterada por um período suficiente para obter informações úteis.
- Decisões. Um experimento é dimensionado, ajustado ou interrompido dependendo dos dados e da qualidade das oportunidades obtidas.
Portanto, postar mais nas redes sociais, instalar uma ferramenta de inteligência artificial ou lançar uma campanha não constitui growth hacking por si só. É quando essas ações fazem parte de um sistema de aprendizagem e têm uma relação mensurável com o crescimento.
Por que faz sentido para as PME em Madrid
Madri reúne um mercado grande, competitivo e muito fragmentado. Segundo a Comunidade de Madrid, 99,7% das cerca de 512.000 empresas da região são PME e a grande maioria são microPME. Além disso, em 2025, foram constituídas 28.348 novas empresas na região, 22,2% das criadas em Espanha nesse ano. (Comunidade de Madrid, dados de criação de negócios)
Neste ambiente, uma PME nem sempre pode competir aumentando o orçamento de publicidade indefinidamente. Você precisa aproveitar melhor cada visita, responder mais rápido, diferenciar sua proposta e saber qual canal gera clientes com margem.
O contexto digital também mostra espaço para melhorias. O Eurostat observa que em 2025 cerca de 71% das PME na União Europeia atingiram pelo menos um nível básico de intensidade digital, ainda longe da meta europeia de 90% até 2030.
Para uma PME de Madrid, o crescimento é especialmente útil quando existe algum destes problemas:
- os visitantes chegam, mas poucas pessoas entram em contato;
- você investe em publicidade, mas a qualidade dos leads não é conhecida;
- formulários de medidas de marketing e contratos de medidas de vendas, sem conectar ambos os dados;
- as oportunidades recebem uma resposta tardia ou irregular;
- muitas propostas são feitas, mas poucas avançam;
- contatos antigos não são acompanhados;
- a empresa depende de recomendações e quer criar um canal de recrutamento previsível;
- existem diversas ferramentas, mas elas não formam um processo de negócios coerente.
Growth hacking, growth marketing e marketing digital
Os três conceitos estão relacionados, mas não significam exatamente a mesma coisa.
| Conceito | Foco principal | Horizonte | Exemplo |
|---|---|---|---|
| Marketing Digital | Executar canais como SEO, publicidade, conteúdo, e-mail ou redes sociais | Contínuo | Gerenciar campanhas do Google Ads |
| Growth hacking | Aprenda rapidamente por meio de experimentos priorizados | Curto e médio prazo | Teste um destino específico e um novo processo de resposta |
| Marketing de crescimento | Transforme a aprendizagem em um sistema sustentável de aquisição, conversão e retenção | Médio e longo prazo | Integrar campanhas, CRO, CRM, automação e análise de receita |
Uma empresa pode fazer marketing digital sem trabalhar com uma metodologia de crescimento: por exemplo, publicar conteúdo todo mês sem definir qual hipótese está sendo testada. Você também pode realizar experimentos isolados sem construir um sistema estável.
A opção mais forte para uma PME geralmente é usar o growth hacking como método de experimentação dentro de uma estratégia de growth marketing. As experiências revelam oportunidades; A estratégia transforma sucessos em processos repetíveis.
Crescer não significa crescer a qualquer preço
Uma campanha pode duplicar leads e ainda piorar os negócios se esses contatos não tiverem orçamento, adequação ou intenção de compra. Da mesma forma, uma automação pode economizar tempo, mas prejudicar a conversão se você enviar mensagens impessoais em momentos delicados.
O crescimento deve ser avaliado com restrições reais:
- margem de cada serviço;
- capacidade da equipe em atender novos clientes;
- duração do ciclo de vendas;
- custo de aquisição;
- taxa de fechamento;
- permanência e valor do cliente;
- proteção e consentimento de dados;
- qualidade da experiência oferecida.
A pergunta certa não é "como conseguimos mais leads?", mas:
Que mudança pode gerar oportunidades mais válidas ou vendas mais lucrativas sem deteriorar a experiência do cliente?
Como funciona um processo de crescimento
1. Defina o resultado do negócio
O objetivo deve descrever um resultado que tenha valor para a empresa. “Aumentar o tráfego” é muito amplo. "Passar de 20 para 30 solicitações de orçamento válidas por mês e manter o custo por oportunidade dentro da faixa esperada" permite que você tome decisões.
Para uma empresa B2B com ciclo longo, o objetivo pode ser aumentar reuniões qualificadas ou propostas aceitas. Para uma empresa local, pode significar aumentar o número de chamadas atendidas, reservas ou visitas ao estabelecimento.
2. Crie uma medição mínima confiável
Antes de experimentar, é necessário verificar quais dados existem e quais estão faltando. No mínimo, é aconselhável registrar-se:
- fonte de contato e campanha;
- serviço no qual você está interessado;
- formulário, ligação, WhatsApp ou canal utilizado;
- se o lead for válido;
- se uma reunião foi realizada;
- se uma proposta foi enviada;
- se a oportunidade foi ganha ou perdida;
- receita e, sempre que possível, margem gerada.
O Google Analytics permite que você marque ações importantes para o negócio como eventos importantes e use esses eventos para criar conversões no Google Ads. Porém, a configuração técnica deve ser verificada: medir o clique de um botão não é necessariamente equivalente a medir uma oportunidade real. (Ajuda oficial do Google Analytics)
A medição também deve respeitar a regulamentação aplicável. Se forem utilizados cookies ou tecnologias semelhantes para fins analíticos, publicitários ou de rastreio, é necessário rever o consentimento e as informações fornecidas ao utilizador de acordo com as diretrizes da AEPD. (Guia sobre o uso de cookies)
3. Localize o principal gargalo
Nem todas as empresas precisam de mais tráfego. O freio pode estar em outro trecho do percurso:
| Palco | Sinal de problema | Possível experiência |
|---|---|---|
| Captura | Poucas visitas relevantes | Nova campanha ou conteúdo para uma pesquisa com intenção comercial |
| Conversão | Muitas visitas e poucos contatos | Reescreva a proposta, simplifique o formulário ou fortaleça o teste de confiança |
| Qualificação | Muitos leads sem ajuste | Adicione perguntas de qualificação e ajuste a segmentação e as mensagens |
| Rastreamento | Oportunidades sem resposta | Crie notificações, atribuição automática e uma sequência de acompanhamento |
| Encerramento | Muitas propostas e poucas vendas | Analise a oferta, objeções, casos, escopo e processo de negócios |
| Retenção | Clientes que não continuam | Melhorar a integração, valorizar a comunicação e a análise de resultados |
Trabalhar primeiro no gargalo evita investir em mais tráfego para alimentar um processo que já está perdendo oportunidades.
4. Formule uma hipótese testável
Uma hipótese útil tem esta forma:
Se fizermos esta mudança para este segmento, esperamos melhorar esta métrica porque esta evidência existe.
Exemplo:
Se criarmos uma landing page específica para escritórios profissionais em Madrid e alinharmos o anúncio com as suas principais objeções, esperamos aumentar a proporção de solicitações válidas porque a página atual mistura vários setores e serviços.
A hipótese requer a explicação do raciocínio antes de saber o resultado. Isso reduz a tentação de interpretar qualquer variação como um sucesso.
5. Priorize experimentos
Uma lista de ideias não é uma estratégia. Cada experimento pode ser avaliado de acordo com:
- impacto esperado na métrica primária;
- confiança baseada em dados, entrevistas, gravações ou experiência anterior;
- esforço técnico, econômico e operacional
- velocidade de aprendizagem;
- risco comercial, técnico ou jurídico
Normalmente, a prioridade deve recair sobre experimentos que resolvam um problema óbvio, possam ser medidos e não exijam a reconstrução de todo o sistema.
6. Execute sem misturar muitas variáveis
Se você alterar o público, a oferta, a página, o preço e o processo de vendas ao mesmo tempo, será difícil saber o que produziu o resultado. É aconselhável limitar o teste, estabelecer uma duração mínima e documentar as condições.
O Google recomenda a implementação correta de testes A/B para evitar confundir os mecanismos de pesquisa, usando redirecionamentos temporários quando apropriado e evitando práticas de cloaking. (Práticas recomendadas do Google para testes A/B)
7. Aprenda, documente e dimensione
Ao final, o experimento deverá registrar:
- hipótese;
- alteração feita;
- ponto final;
- segmento afetado;
- investimento e recursos;
- resultado quantitativo;
- observações qualitativas;
- decisão: escalar, repetir, modificar ou parar.
Um resultado negativo também pode ter valor se evitar meses de investimento em uma ideia errada.
Exemplos de growth hacking para PMEs de serviços e B2B
Os exemplos a seguir são hipóteses ilustrativas e não resultados atribuídos a clientes N1. Cada empresa deve validá-los com seus próprios dados.
1. Google Ads conectado a uma página de destino específica
Situação: Uma empresa de consultoria envia todos os seus anúncios para uma página geral que apresenta seis serviços.
Experiência: crie uma landing page para o serviço mais rentável, com o mesmo idioma de pesquisa, casos relacionados, perguntas frequentes e um formulário curto.
O que medir: taxa de oportunidade válida, custo por oportunidade, reuniões realizadas e vendas; não apenas cliques ou formulários.
Este experimento conecta o Google Ads em Madri à otimização da experiência pós-clique.
2. Reduza o tempo de resposta comercial
Situação: Os formulários chegam pelo correio e podem levar várias horas para serem processados.
Experimente: envie o lead para o CRM, atribua um responsável, crie um alerta imediato e confirme automaticamente o recebimento sem fingir que a mensagem foi escrita por uma pessoa.
O que medir: tempo médio até o primeiro contato, porcentagem de leads contatados, reuniões e vendas.
Aautomação de vendas deve eliminar tarefas repetitivas e melhorar a continuidade, e não substituir o julgamento da equipe de vendas.
3. Melhorar um formulário que gera abandono
Situação: a página recebe tráfego relevante, mas poucas pessoas preenchem um formulário longo.
Experiência: solicite apenas os dados necessários para iniciar a conversa e mova as questões secundárias para uma fase posterior.
O que medir: início e conclusão do formulário, qualidade do lead e taxa de reunião. Um formulário mais curto não é uma melhoria se multiplicar contatos sem correspondência.
As análises e CRO permitem detectar atritos e verificar se a mudança melhora o resultado real.
4. Recuperar oportunidades não rastreadas
Situação: uma proposta é enviada e o contato é esquecido caso não responda.
Experiência: crie uma sequência breve e respeitosa com lembretes internos, um e-mail que resolva objeções frequentes e uma tarefa para acompanhamento pessoal.
O que medir: respostas, reuniões reativadas, propostas recuperadas e vendas.
Ferramentas como n8n podem conectar formulários, CRM, e-mail e avisos internos, sempre com supervisão e regras claras.
5. Crie conteúdo para uma pergunta pré-compra
Situação: a equipe responde repetidamente a perguntas como “quanto custa?”, “quanto tempo leva?” ou "o que inclui?".
Experiência: publique um guia completo, crie um link para ele na página comercial e use-o durante o acompanhamento de vendas.
O que medir: visitas qualificadas, consultas assistidas por conteúdo, tempo para decisão e conversões subsequentes.
O conteúdo deve resolver a questão com clareza. Ocultar a resposta para forçar o contato geralmente gera desconfiança.
6. Reative contatos com permissão
Situação: Existem ex-clientes ou leads que poderiam necessitar de um serviço complementar, mas não foi definido um processo de reativação.
Experiência: segmentar contatos por relacionamento, necessidade e base legal; enviar uma comunicação útil e específica; facilitar uma saída clara.
O que medir: respostas, reuniões e vendas, bem como cancelamentos e reclamações.
Antes de utilizar uma base de dados, deve-se verificar sua origem, as informações fornecidas e a legitimidade aplicável. O crescimento não justifica comunicações indiscriminadas.
7. Transforme um serviço em uma oferta mais fácil de comprar
Situação: o cliente em potencial não entende o escopo, o processo ou a próxima etapa.
Experiência: apresente um pacote inicial com problema específico, resultados, duração, condições e apelo à ação.
O que medir: solicitações válidas, tempo de decisão, objeções e taxa de fechamento.
Em serviços B2B, reduzir a incerteza pode ser mais importante do que adicionar recursos ou descontos.
Plano de growth hacking de 90 dias
Normalmente, um quarto é suficiente para organizar a medição, realizar vários pequenos experimentos e obter aprendizados, embora não garanta um certo aumento nas vendas.
Dias 1 a 15: diagnóstico e medição
- definir o objetivo e a métrica principal;
- revisar campanhas, páginas, formulários, chamadas e CRM;
- verificar eventos e conversões;
- analisar a qualidade dos leads por origem;
- entreviste as vendas ou quem responder às perguntas;
- identificar o principal gargalo;
- crie uma linha de base com os dados disponíveis.
Entrega: mapa da jornada, problemas priorizados e plano de medição.
Dias 16 a 30: design do backlog
- formular entre 10 e 20 hipóteses;
- estimar impacto, confiança, esforço e risco;
- selecione dois a quatro experimentos iniciais;
- definir responsável, métrica, duração e critérios de decisão;
- preparar páginas, mensagens e automações necessárias.
Entrega: backlog priorizado e arquivos dos primeiros experimentos.
Dias 31 a 60: primeira rodada de experimentos
- publicar o primeiro conjunto de alterações;
- verifique se a medição funciona;
- revisar a qualidade dos contatos durante o teste;
- evite mudanças improvisadas que invalidem a comparação;
- colete comentários de clientes e da equipe de vendas.
Entrega: resultados preliminares e decisões documentadas.
Dias 61–90: segunda rodada e consolidação
- aumentar o que quer que tenha mostrado um sinal consistente;
- corrija ou remova o que não funciona;
- executar uma segunda rodada com base no aprendizado;
- automatizar apenas as etapas já validadas;
- criar um painel simples para marketing e vendas;
- definir o próximo ciclo trimestral.
Entrega: sistema de crescimento inicial, documentação e roteiro.
Quais métricas devem ser medidas
A métrica apropriada depende do modelo de negócios. Para uma PME de serviços, este conjunto é geralmente mais útil do que métricas de visibilidade isoladas:
| Métrica | Cálculo | O que ajuda a entender |
|---|---|---|
| Taxa de conversão de leads | Leads ÷ visitas × 100 | Capacidade da página gerar contatos |
| Taxa de oportunidade válida | Leads válidos ÷ total de leads × 100 | Qualidade do recrutamento |
| Custo por oportunidade | Capturar investimento ÷ oportunidades válidas | Eficiência comercial do canal |
| Taxa da reunião | Reuniões realizadas ÷ oportunidades válidas × 100 | Eficácia do contato e qualificação |
| Taxa de fechamento | Novos clientes ÷ oportunidades válidas × 100 | Capacidade de converter oportunidades em vendas |
| Custo de aquisição | Custos atribuíveis de marketing e vendas ÷ novos clientes | Custo real para conseguir um cliente |
| Tempo de resposta | Tempo entre a consulta e o primeiro contato útil | Velocidade do processo de negócios |
| Renda ou margem por canal | Renda ou margem atribuída a cada origem | Contribuição econômica do canal |
O custo por lead não deve ser analisado isoladamente. Um canal com leads mais caros pode ser melhor se gerar clientes com maior taxa de fechamento, margem ou permanência.
Quanto custa aplicar growth hacking em uma PME
Não existe uma taxa única porque o custo depende do ponto de partida. Uma empresa com analytics, CRM e volume suficiente precisa de um trabalho diferente de outra que ainda recebe contatos em diversas bandejas sem registrar sua origem.
O orçamento pode incluir:
- auditoria e estratégia;
- configurações de análise e conversão;
- design ou melhoria de landing pages;
- gerenciamento de campanhas;
- pesquisa de clientes;
- automações e integração com CRM;
- ferramentas de análise, teste ou comunicação;
- produção de conteúdo;
- monitoramento e análise de experimentos;
- investimento publicitário, que normalmente é orçado separadamente.
A título de orientação, é aconselhável solicitar o orçamento em fases:
- Diagnóstico e medição. O que será revisado, o que será configurado e quais decisões permitirão que sejam tomadas.
- Primeiro ciclo de experimentos. Número de hipóteses, páginas ou processos incluídos e critérios de avaliação.
- Otimização contínua. Frequência de análise, novos experimentos, relatórios e coordenação com vendas.
Um orçamento profissional deve indicar quais ferramentas, produção e investimento em mídia estão incluídos; quem é o proprietário das contas e dos dados; o que o cliente precisa contribuir; e como o trabalho será avaliado. A promessa de resultado garantido em poucas semanas é um sinal de risco.
Quando não é a prioridade certa
O growth hacking não corrige problemas estruturais por si só. Pode não ser a prioridade quando:
- o serviço ainda não resolve uma necessidade clara;
- a empresa não conhece suas margens ou sua capacidade de entrega;
- não há pessoa responsável por abordar oportunidades;
- a empresa não consegue absorver mais demanda;
- destina-se a automatizar um processo que ainda muda todas as semanas;
- não há orçamento ou volume para obter dados úteis;
- O verdadeiro objetivo é construir uma marca de longo prazo e é necessária atribuição imediata para cada ação.
Nestes casos, a oferta deve primeiro ser esclarecida, a operação melhorada ou uma medição básica estabelecida.
Erros frequentes
Confundir velocidade com improvisação
Experimentar rápido não significa liberar mudanças sem controle. A velocidade útil vem da redução do escopo do teste e da redução do aprendizado, e não da eliminação da medição.
Medir apenas o volume
Mais formulários não significa mais negócios. A avaliação deve ir pelo menos até a oportunidade válida e, quando o ciclo permitir, até a venda e a margem.
Compre ferramentas antes de definir o processo
Um CRM ou automação não resolve uma má qualificação ou uma proposta confusa. Primeiro o processo é desenhado; Em seguida, a tecnologia necessária é selecionada.
Copiar táticas de grandes plataformas
Um programa de referência que funcionou para uma aplicação global pode não fazer sentido para uma empresa profissional. A experiência deve partir da jornada, dos clientes e da economia da empresa.
Declarar vencedor muito cedo
Dados baixos, sazonalidade, mudanças de campanhas ou diferenças entre segmentos podem produzir sinais enganosos. É aconselhável documentar as limitações e evitar percentagens definitivas quando a amostra não as suporta.
Automatizar sem supervisão
A inteligência artificial pode ajudar a classificar, resumir ou preparar respostas, mas mensagens confidenciais, decisões de negócios e o uso de dados pessoais exigem regras e controle humanos.
Como escolher uma agência de growth marketing em Madrid
A proximidade pode facilitar os encontros e o conhecimento do mercado local, mas não substitui o método. Antes de contratar, é aconselhável perguntar:
- Como você conectará o marketing com oportunidades e vendas?
- O que você analisará antes de propor novos canais?
- Como você decide qual experimento executar primeiro?
- Quanto do trabalho corresponde à estratégia, implementação e análise?
- Quem será o proprietário das contas de anúncios, dos dados, dos domínios e das automações?
- Como distinguir um lead de uma oportunidade válida?
- O que você precisa da equipe de vendas?
- Como você documenta experimentos que falharam?
- Quais custos de ferramenta, criação e mídia não estão incluídos?
- Como você aplica privacidade, consentimento e segurança?
Desconfie de uma proposta focada apenas em ferramentas ou que garanta um número de crescimento sem ter analisado o ponto de partida.
Na N1 entendemos crescimento como um sistema que conecta captura, medição, CRO, automação e monitoramento comercial. Para empresas de serviços e marketing B2B, o objetivo não é gerar atividade aparente, mas descobrir quais ações produzem oportunidades e vendas lucrativas.
Perguntas frequentes
O que é explicado de forma simples sobre growth hacking?
É um método para encontrar oportunidades de crescimento por meio de experimentos pequenos e mensuráveis. Um problema é identificado, uma mudança é proposta, seu efeito é medido e é decidido se deve ser escalado, modificado ou descartado.
O growth hacking é útil para uma PME tradicional?
Sim. Não requer ser uma startup ou desenvolver um aplicativo. Uma clínica, empresa de consultoria, empresa industrial, escritório ou empresa local pode usá-lo para melhorar o recrutamento, conversão, acompanhamento, retenção ou recomendações.
Qual é a diferença entre growth hacking e growth marketing?
Growth hacking dá ênfase à experimentação rápida. O growth marketing incorpora esses experimentos em um sistema sustentável que abrange aquisição, conversão, vendas, retenção e referência.
Quanto tempo leva para dar resultados?
Um experimento técnico pode fornecer sinais em algumas semanas, mas o tempo necessário depende do tráfego, do volume de oportunidades e da duração do ciclo de vendas. No B2B, a avaliação das vendas reais pode levar vários meses. Uma agência séria deve diferenciar entre um sinal inicial e um resultado comercial consolidado.
Quanto custa contratar um serviço de crescimento?
Depende da medição existente, do número de canais, da taxa de transferência necessária, das integrações e do ritmo de experimentação. É aconselhável separar diagnóstico, implementação, otimização contínua, ferramentas e investimento publicitário para comparar corretamente as propostas.
É necessário investir em Google Ads?
Nem sempre. As experiências podem ser realizadas em SEO, conteúdo, email, processo de negócio, produto, retenção ou recomendação. O Google Ads é útil quando há demanda e é necessário um aprendizado mais rápido, mas deve estar conectado com um destino e medição adequados.
Are growth hacking and CRO the same?
No. CRO focuses on improving the proportion of users who complete a valuable action on a website or journey. O crescimento abrange mais etapas: aquisição, ativação, conversão comercial, retenção e recomendação. CRO can be part of a growth strategy.
Is artificial intelligence needed?
No. AI can accelerate analysis, classification, personalization or automation, but it is not a substitute for a clear offer, reliable data or commercial judgment. It should be used when improving a specific process and with adequate supervision.
Is it legal to automate lead tracking?
It can be if there is an adequate legal basis, correct information is provided, user preferences are respected and security measures are applied. A legalidade depende da origem dos dados, do canal, da finalidade e do tipo de comunicação. If in doubt, it is advisable to seek specialized advice.
Is it essential to hire an agency located in Madrid?
No. What is important is the ability to understand the business, implement measurement, coordinate with sales and demonstrate a working method. Proximity can be useful for local businesses, face-to-face meetings or sector knowledge, but it does not guarantee results on its own.
From experiments to a growth system
The best result of a growth strategy is not an isolated tactic. It is a process that allows the company to know:
- which channel generates quality opportunities;
- what message connects with each segment;
- where contacts are lost;
- what tasks are worth automating;
- how much can you invest to attract a client profitably;
- what experiments should you run next.
For an SME in Madrid, this discipline allows you to compete more intelligently: measure before scaling, learn before automating, and connect marketing with sales.
Do you want to know where the main brake on your recruitment is? At N1 Soluciones we analyze campaigns, measurement, pages, processes and automations to prioritize the experiments with the greatest commercial potential. Request a first evaluation.
Sources consulted
- Community of Madrid: support for SMEs and composition of the Madrid business fabric
- Community of Madrid: business creation during 2025
- Eurostat: progress towards the goals of the Digital Decade
- Google Analytics: key events and conversions
- Google Search Central: best practices for A/B testing
- AEPD: guide on the use of cookies

